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Olá amiguinhos de minha vida!!! A linha tênue do amor... o começo... as promessas... os planos... a convivência... as realizações... os sonhos e tudo mais... depois vem a rotina construida que algumas vezes acaba por deixar tudo isso escorregar pelos dedos ... assim como areia da praia... quando prestamos atenção em nossas mãos só sobraram poucos grãos da lembrança que muito incomoda nossa alma e nosso coração... daí penso eu... amar com emoção... mas também com a razão... sem deixar de ser intenso... pensar e ter consciência no que ESTÁ acontecendo... acompanhar a rotina e tentar controlá-la... mas é difícil... pois sentimento pleno e razão são difíceis de conciliar... mas num relacionamento chega-se num momento que pensamos que aquilo é eterno... e acreditamos nisso com todo o coração... depois de alguns anos... a eternidade acaba... até que outra eternidade tenha seu início... amar uma pessoa nunca foi e nunca será uma escolha... ama-se e pronto... deixar de amar também... e deixar de ser amado inclusive... somos todos vulneráveis a tudo isso... pra isso basta amar... e se um dia isso acontecer... saiba que é um caminho que está trilhando... ouviu seu coração e foi... poderia não ouví-lo... a estrada que escolheu... por ouvir seu coração... e se um o sorriso te ferir... saiba que seu coração te diz algo diferente... se um dia a pessoa que ama vender fácil o que não tem preço... saiba que o coração dela diz outra coisa... e saiba que tiveram muita sorte por terem se amado... e agora ... pronto... pra começar tudo novamente... até a eternidade...
Um castelo de areia construi... Na beira da praia perto das ondas... Olhei para a areia... Minha única matéria-prima... Comecei a construir... Sem o dom fiz um montinho... Na minha imaginação... Vi um castelo lindo... Medieval com cavaleiros e princesa... Mas minhas mãos falhavam... Não conseguia reproduzir... O que na minha alma exprimia naquela areia... Mas mesmo assim fui em frente... Fui fazendo aquele montinho... E comecei a fazer buracos no monte... Na esperança de se parecerem com portais... Com janelas onde poderia estar a princesa... Quando terminei fiquei contemplando... A realidade é que ficou bem diferente... Do que a poesia do meu coração escrevia... Mas olhei e achei tudo lindo... Fechei os olhos e vi meu castelo... Do jeito que deveria ser... Senti meus pés molhados... Uma água fria com areia... Que entrava no meio dos meus dedos... Abri meus olhos e vi... A onda havia levado meu castelo... Voltei a fechar meus olhos... Ainda vi meu castelo na minha imaginação... Lágrimas derramei... Abri meus olhos... Sorri muito feliz... Pois ainda havia muita areia... Para constuir muito mais castelos...
Fiquem com Deus e sorriam sempre
Flávio
Andrea Doria
Tom - Dm
Introdução - Dm Em7 A4/7 Bb A4/7 F7+ G A4/7 Bb
Dm Em7 Am Às vezes parecia que, de tanto acreditar Dm Em7 Am Em tudo que achávamos tão certo, Dm Em7 Am Teríamos o mundo inteiro e até um pouco mais: Dm Em7 Am Faríamos floresta do deserto Bb Gm C E diamantes de pedaços de vidro. F Mas percebo agora Am Que o teu sorriso Dm Vem diferente, Bb Gm C Quase parecendo te ferir. F Am Não queria te ver assim - Bb C Quero a tua força como era antes. F Am O que tens é só teu Bb E de nada vale fugir C E não sentir mais nada. Dm Em7 Am Às vezes parecia que era só improvisar Dm Em7 Am E o mundo então seria um livro aberto, Dm Em7 Am Até chegar o dia em que tentamos ter demais, Dm Em7 Am Vendendo fácil o que não tinha preço. Bb Gm C Eu sei - é tudo sem sentido. F Am Quero ter alguém com quem conversar, Dm Bb Gm Alguém que depois não use o que eu disse C Contra mim. F Nada mais vai me ferir. Am É que já me acostumei Bb Com a estrada errada que eu segui C E com a minha própria lei. F Tenho o que ficou Am E tenho sorte até demais, Bb C Como sei que tens também
Escrito por Flávio às 17h32
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